Brasil
Livro marca 55 anos da Ocepar
Durante o Fórum dos Presidentes das Cooperativas Paranaenses, na noite dessa quinta-feira (02/07), em Castro, foi lançado o livro “Cooperar Vale a Pena – Histórias que constroem o futuro”. A obra marca os 55 anos de fundação da Ocepar, resgatando a história do cooperativismo, com textos, fotos e pontos de vista de entrevistados, em três capítulos, totalizando 372 páginas.
“Esse livro, em comemoração aos 55 anos da Ocepar, resgata a história do cooperativismo, desde os seus primórdios. Retrata em palavras e imagens, o processo de construção e formação do cooperativismo – um movimento forte, bem-sucedido, socialmente responsável e sustentável”, destacou, no lançamento, o coordenador do trabalho e coautor, Nelson Costa, também superintendente da Fecoopar e superintendente adjunto da Ocepar.
O jornalista Evandro Fadel, autor da obra, destacou, no lançamento, o valor do livro. “Num mundo, que é cada vez mais digital, a importância do livro físico se torna cada vez mais relevante. Entre as melhores lembranças da minha infância está a biblioteca do meu pai, foi lá que eu me formei”, destacou. O jornalista contou que para escrever o livro comemorativo aos 55 anos da Ocepar entrevistou 93 pessoas, além de assistir a entrevistas e vídeos de outras “que não estão mais aqui, mas que deixaram seus registros”.
E, por fim, declarou: “A história do cooperativismo mundial, brasileiro e paranaense está gravada e ninguém apaga seus méritos, conquistados com muito suor e dedicação. O que procuramos neste livro é rechear essa história com a memória de quem a viveu. A mim coube apenas colocar isso em letras. Pela bela experiência que é o modelo cooperativo e pela grandeza daqueles que vivenciaram esse estilo de vida, me senti honrado e grato por poder pesquisar e conversar com pessoas que acrescentaram muito em minha vida e na sociedade paranaense. Não tenho receio de dizer que este trabalho pode ajudar ainda mais as pessoas a viverem de modo mais fraterno, mais unido, ou, como foi dito com certa frequência por alguns entrevistados, a construir a paz”.