Negócios
Sicredi Centro Sul avança na expansão e fortalece ações para a comunidade
A Sicredi Centro Sul PR/SC/RJ segue em ritmo de crescimento, com a ampliação e abertura de novas agências e a projeção de encerrar o ano com presença em 40 municípios.
Fundada em 1984 como Cooperativa de Crédito Rural de Prudentópolis Limitada – Credicamp, a atual Sicredi Centro Sul nasceu a partir da união de produtores rurais com o propósito de fortalecer o desenvolvimento local por meio do cooperativismo. Ao longo de sua trajetória, a cooperativa manteve o compromisso de transformar a vida dos associados por meio do cooperativismo de crédito, preservando uma atuação e proximidade do homem do campo.
Atualmente, a cooperativa conta com 36 agências e mais de 80 mil associados, número que deve ultrapassar os 90 mil até o fim de 2026. Além da expansão física, a cooperativa mantém forte atuação social, educacional e no apoio ao agronegócio.
Em entrevista ao AgroRegional, o presidente Santo Cappellari, destacou a abertura de novas agências e a expansão da cooperativa.
“Nós estamos ampliando estruturas onde já atuamos e também abrindo novas agências. Em Prudentópolis teremos uma agência nova; em Imbaú, ampliação com instalação de caixas eletrônicos; em Inácio Martins, que hoje é uma agência de negócios, também vamos implantar autoatendimento. Em Mallet será uma agência nova, assim como em Bituruna, que esperamos inaugurar ainda este ano. Também há projetos em andamento em Porto União. A nossa meta é chegar até o final do ano com 40 agências, ampliando a presença da cooperativa nos municípios.” Além disso, novas agências devem ser inauguradas no estado do Rio de Janeiro, região onde a Sicredi Centro Sul tambem tem atuação.
Outro projeto estratégico em andamento é a implantação da nova sede administrativa da Sicredi Centro Sul em Prudentópolis, planejada para acompanhar o crescimento da cooperativa e qualificar ainda mais a estrutura de trabalho. O projeto já conta com definições técnicas e arquitetônicas e prevê uma obra de grande porte.
Ao falar sobre a nova sede, o presidente ressalta a complexidade do projeto e a expectativa de iniciar as obras.
“Já temos bem definidos os detalhes do projeto, como fachada, salas e andares. A nossa intenção é iniciar a obra ainda este ano, mesmo sabendo que não é algo simples, porque estamos falando de uma estrutura de aproximadamente 10 mil metros quadrados. Está se trabalhando para que isso aconteça”, afirma Cappellari.
Apoio ao campo
Além das inúmeras soluções de crédito ao peodutor rural, a Sicredi Centro Sul apoio o homem do campo de outras formas. Ao longo do ano diversas ações reforçam a proximidade da Sicredi Centro Sul com o agronegócio. Uma delas é a realização do evento Tendências do Agro, que chega ao terceiro ano consecutivo em formato presencial.
A iniciativa reúne produtores rurais e especialistas para discutir mercado, preços e perspectivas, contribuindo diretamente para a tomada de decisões no campo.
O presidente destaca o compromisso da cooperativa com a informação de qualidade.
“Nós optamos pelo formato presencial porque ouvimos o feedback dos produtores. Ter aqui um especialista falando principalmente sobre mercado e preços contribui muito para o setor. A decisão de plantar ou vender é sempre do produtor, mas a informação é algo que temos o compromisso de levar, e o Tendências do Agro tem sido muito assertivo nesse sentido.”
Além do evento voltado ao agro, a cooperativa também mantém uma agenda contínua de ações sociais e educativas ao longo do ano, como campanhas de saúde e encontros ligados ao programa A União Faz a Vida, fortalecendo o vínculo com as comunidades onde está presente.
Cenários
Ao avaliar o momento atual do agronegócio e da economia, Santo Cappellari faz uma leitura cautelosa, mas confiante na recuperação do setor.
“Nós vivemos hoje talvez o cenário mais desafiador desses quase 20 anos que estou na cooperativa. Vemos agricultores mais endividados e mais cautelosos na hora de assumir novas dívidas. Se tivermos uma boa safra, muitos conseguem se reestruturar, como já aconteceu no passado. O que preocupa é se enfrentarmos problemas climáticos, como uma estiagem, porque aí o cenário pode se agravar ainda mais”, destaca Santo Cappellari.


