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Preços do frango seguem sustentados no Brasil por demanda aquecida

Conforme o analista de SAFRAS & Mercado, Fernando Iglesias, a carne de frango tem a preferência de consumo da população brasileira, que segue com o poder de compra bastante enfraquecido

 

O mercado brasileiro de frango registrou mais uma semana marcada por demanda aquecida e por preços sustentados, tanto no quilo vivo quanto nos cortes negociados no atacado e na distribuição.

 

Segundo o analista de SAFRAS & Mercado, Fernando Iglesias, a carne de frango segue com a preferência de consumo por parte grande da população brasileira, que segue com o poder de compra bastante enfraquecido. “Tudo indica que as cotações seguirão sustentadas no curto prazo”, afirma.

 

Para a primeira quinzena de maio, a aposta do mercado é de que haverá espaço para altas mais consistentes nas cotações do frango, considerando que, além da entrada dos salários na economia, também haverá um importante ponto de consumo relacionado ao Dia das Mães.

 

De acordo com levantamento de SAFRAS & Mercado, no atacado de São Paulo os preços dos cortes congelados de frango seguiram sustentados ao longo da semana. O preço do quilo do peito permaneceu em R$ 9,50, o quilo da coxa em R$ 7,80 e o quilo da asa em R$ 10,25. Na distribuição, o preço do quilo do peito continuou em R$ 9,70, o quilo da coxa em R$ 8,00 e o quilo da asa em R$ 10,50.

 

Nos cortes resfriados vendidos no atacado, o cenário também foi estabilidade nos preços durante a semana. No atacado, o preço do quilo do peito se manteve em R$ 9,60, o quilo da coxa em R$ 7,90 e o quilo da asa em R$ 10,35. Na distribuição, o preço do quilo do peito prosseguiu em R$ 9,80, o quilo da coxa em R$ 8,10 e o quilo da asa em R$ 10,60.

 

As exportações de carne de aves e suas miudezas comestíveis, frescas, refrigeradas ou congeladas do Brasil renderam US$ 434,651 milhões em abril (10 dias úteis), com média diária de US$ 43,465 milhões. A quantidade total exportada pelo país chegou a 232,231 mil toneladas, com média diária de 23,223 mil toneladas. O preço médio da tonelada ficou em US$ 1.871,60.

 

Em relação a abril de 2021, houve alta de 58,7% no valor médio diário, ganho de 28,1% na quantidade média diária e avanço de 23,9% no preço médio. Os dados são do Ministério da Indústria, Comércio e Serviços e foram divulgados pela Secretaria de Comércio Exterior.

 

O levantamento semanal realizado por SAFRAS & Mercado nas principais praças de comercialização do Brasil apontou que, em Minas Gerais, o quilo vivo seguiu em R$ 6,30. Em São Paulo o quilo permaneceu em R$ 6,50.

 

Na integração catarinense a cotação do frango prosseguiu em R$ 5,00. No oeste do Paraná o preço continuou em R$ 5,80. Na integração do Rio Grande do Sul o quilo vivo se manteve em R$ 6,00.

 

No Mato Grosso do Sul o preço do quilo vivo do frango seguiu em R$ 6,15. Em Goiás o quilo vivo permaneceu em R$ 6,20. No Distrito Federal o quilo vivo prosseguiu em R$ 6,20.

 

Em Pernambuco, o quilo vivo continuou em R$ 6,50. No Ceará a cotação do quilo se manteve em R$ 5,60 e, no Pará, o quilo vivo seguiu em R$ 6,50.

 

***Agência Safras

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