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Instrutores do SENAR vão representar o Paraná em premiação nacional

Profissionais do Senar-PR foram reconhecidos regionalmente pelos materiais audiovisuais produzidos para uso junto aos produtores rurais

O SENAR-PR classificou quatro instrutores para a segunda etapa do 2º Prêmio Nacional de Vídeos Educativos de Formação Profissional Rural (FPR) e Promoção Social (PS), promovido pelo SENAR Nacional.

 

Os instrutores Marcelo Ferreira Guimarães, Ellen Piffer Buso, Clodoaldo da Silva e Renato de Moura Correa vão representar o Paraná. O concurso reconhece o trabalho dos profissionais engajados na produção de materiais audiovisuais para disseminação do conhecimento.

 

“Os recursos audiovisuais tornam as aulas mais acessíveis e atrativas, e o SENAR-PR, enquanto instituição de ensino, tem essa preocupação de manter as formações e o quadro de instrutores atualizados com essa tendência digital. É gratificante ver o trabalho dos nossos profissionais alinhados com esse objetivo”, destaca a superintendente do SENAR-PR, Débora Grimm.

 

Como premiação da etapa estadual, os três primeiros instrutores do SENAR-PR receberam um projetor multimídia, enquanto o 4º lugar, Renato de Moura, foi contemplado com um tablet. Os vídeos produzidos pelos quatro instrutores foram encaminhados para a etapa nacional.

 

Classificados

Marcelo Ferreira Guimarães

 

O instrutor Marcelo Ferreira Guimarães, de Guarapuava, no Centro-Sul, conquistou o primeiro lugar com o vídeo “Introdução ao Excel”, em que apresentou as principais ferramentas do programa. O vídeo foi filmado com o próprio celular de Guimarães, que já havia sido premiado na etapa nacional da edição 2020 do concurso. “Estou feliz pela oportunidade de participar novamente da premiação”, conta.

A ideia de Guimarães é continuar produzindo vídeos e utilizá-los em sala de aula. “É um recurso bastante interessante porque a gente consegue preparar e elaborar melhor a informação, e depois fazer atividades de retenção de conteúdo. O SENAR-PR está de parabéns por desenvolver essas habilidades nos instrutores”, afirma, referindo-se aos treinamentos de atualização dos instrutores promovidos pela entidade.

Clodoaldo da Silva

 

Assim como Guimarães, o instrutor Clodoaldo da Silva, de Campo Largo, na Região Metropolitana de Curitiba (RMC), que ficou em terceiro lugar com o vídeo “Urolitíase obstrutiva ou cálculo renal em ovinos e caprinos”, absorveu o incentivo dos treinamentos para trabalhar com os recursos audiovisuais.

 

Ele também foi classificado na premiação do ano passado. “O SENAR-PR proporcionou vários treinamentos para trabalhar com imagens e vídeos. Pretendo continuar usando esses recursos nas minhas aulas. Já estou até pensando em algum título que seja de interesse dos produtores para eu fazer uma nova filmagem”, compartilha Silva.

 

Para o instrutor Renato de Moura Correa (foto no início da matéria), também de Campo Largo, ser classificado em quarto lugar para a etapa nacional foi uma surpresa. O instrutor havia participado do concurso no ano passado, mas foi desclassificado pelo uso incorreto do celular. Ele, então, absorveu as dicas recebidas no feedback e decidiu participar novamente. “Fiz o meu melhor, mesmo com as limitações que tinha no momento, e fiquei muito contente com o reconhecimento”, afirma.

 

O tema escolhido pelo instrutor foi “Multiplicação de plantas, estaquia e podas”. Por meio do vídeo, Correa conscientizou o público sobre o descarte desnecessário de material vegetal oriundo da poda, já que podem ser utilizados pelos viveiros profissionais para o preparo das mudas, para mais tarde serem comercializadas ou cultivadas em jardins. “A pandemia reforçou bastante a prática do vídeo, que têm alcance amplo”, observa.

 

Ellen Piffer Buso

 

 

A instrutora Ellen Piffer Buso, de Curitiba, investiu em uma gravação em um estúdio. “Ainda é difícil trabalhar com essas tecnologias, por isso procurei ajuda profissional”, conta. O resultado deu certo, já que Ellen foi classificada em segundo lugar com o vídeo “Uso do equipamento quarteador na classificação de grãos”.

 

“A experiência foi surpreendente. Fazer o que se tem domínio, mesmo na frente das câmeras, é prazeroso. Pretendo continuar utilizando vídeos educativos na área de classificação de grãos”, conclui.

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