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Feira Agroecológica da Unicentro comemora 13 anos

O projeto começou no câmpus Cedeteg, depois foi implantado no Santa Cruz, e agora, está também na unidade universitária de Irati

 

Toda semana, na feira agroecológica da Unicentro, é possível encontrar verduras frescas, pães, bolos, artesanato e muita interação. A feirinha, como carinhosamente é chamada, comemora, neste ano, 13 anos de funcionamento.

 

 

O projeto de extensão começou no câmpus Cedeteg, depois foi implantado no Santa Cruz e, agora, está também na unidade universitária de Irati e na Universidade Tecnológica Federal. História que é lembrada com carinho pelo coordenador do projeto, professor Jorge Fávaro. “Eles começaram, dava em torno de sete agricultores. Hoje, somando aqui, Irati e a UTFPR, os quatro câmpus, dá em torno de 30 a 40 produtores”.

 

O aniversário da feirinha foi em grande estilo. A primeira comemoração foi no câmpus Santa Cruz, com direito a bolo, parabéns e apresentações artísticas. Toda a comunidade veio festejar. “É um dia de muita alegria porque, sempre, o dia da feirinha é o dia do encontro, é o dia em que as pessoas se reúnem não só para comer, mas para conversar e dialogar”, destaca a pró-reitora de Extensão e Cultura da universidade, professora Lucélia de Souza.

 

Essa posição – de que a interação também é uma das características definidoras da feirinha – é compartilha pela acadêmica Bruna Bartoski. “É o momento que a gente se reúne. A comida une as pessoas e é verdade, a gente está aqui. Onde tem comida tem gente, e a feirinha une as pessoas”. Entre as delícias comercializadas na feira, o pastel da dona Ivete Lustosa é unanimidade. “A gente fica muito feliz porque trabalha com muito amor. É a gente mesmo que faz, é tudo artesanal. Então, é muito gratificante esse retorno do pessoal”.

 

Na festividade de aniversário foram celebradas as novas conquistas da Feirinha. Isso porque o projeto possibilitou a produção do livro “Experiências e Reflexões Extensionistas”, que foi doado para as bibliotecas dos três câmpus da universidade. Outro momento importante foi a entrega de um veículo que será usado para a feira. Emoção também não faltou na homenagem feita ao professor Jorge Fávaro, coordenador da feira. A diretora do campus Santa Cruz, professora Christine Vargas, fala sobre o que motivou a lembrança. “É uma pessoa que faz acontecer e quando uma pessoa faz acontecer, ela tem que ser homenageada”.

 

O sucesso da feira também se deve ao comprometimento dos expositores que, semana a semana, enchem as barraquinhas com produtos de qualidade. Para a expositora Abegair Horst, o espaço, além de contribuir com a renda, também forma laços de amizade.“A feira foi um meio que eu achei para aumentar um pouco a renda, sem contar que é uma família. Você acaba tendo amizade com os alunos, os professores, com os feirantes também”.

 

Para os envolvidos no projeto, o desejo nesse aniversário, é de que a feirinha ainda exista por muito tempo. “É uma gratificação muito grande, espero que a feira permaneça durante muitos e muitos anos ainda, porque a gente estará sempre aqui, em todos os dias de feira”, reforça o expositor Jairo Nack. “Todos os bons fluidos, todas as boas novas. Essa feira merece crescer cada vez mais e seguir em frente”, finaliza dona Ivete.

 

***Coorc/Unicentro

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