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Exportação nacional de mel cresceu 74,2% no 1º quadrimestre de 2021

Neste tempo, o Paraná destacou-se na condição de segundo maior exportador de mel in natura

Segundo Agrostat Brasil, de janeiro a abril de 2021, o Brasil exportou 19.481 toneladas de mel in natura, volume 74,2% maior do que aquele obtido em 2020 (11.184 toneladas). O faturamento em dólares foi de US$ 66,225 milhões, mais de 3 vezes o valor alcançado em igual período de 2020 (US$ 21,555 milhões).

 

 

O preço médio nacional do mel exportado em 2021 atingiu o valor de US$ 3.399,47/tonelada (US$ 3,40/Kg), 76,4% a mais que o valor médio de igual período de 2020 (US$ 1.927,35/tonelada/US$ 1,93/Kg). Neste 1º quadrimestre de 2021, o Paraná destacou-se na condição de segundo maior exportador de mel in natura (receita cambial: US$ 14,017 milhões, volume: 4.331 toneladas e preço médio: US$ 3.236,43/tonelada / US$ 3,24/kg), com crescimento de 43,0% no volume (2020: 3.029 toneladas) exportado e 157,2% no faturamento (2020: US$ 5,449 milhões).

 

 

O Piauí foi o estado que ocupou a primeira colocação (US$ 20,004 milhões, 5.512 toneladas e US$ 3,63/kg). Em 3º lugar aparece o estado de Santa Catarina (US$ 13,999 milhões, 4.304 toneladas e US$ 3,25/kg). Em 4º lugar surge o estado de São Paulo (US$ 3,720 milhões, 1.128 toneladas e US$ 3,30/kg) e em 5º, Minas Gerais (US$ 3,749 milhões, 1.068 toneladas e US$ 3,26/kg).

 

 

O principal destino para o mel brasileiro, em 2021, continua a ser os Estados Unidos da América (EUA) (78,3% de todo volume exportado: 19.481 toneladas): volume de 15.255 toneladas, receita cambial de US$ 51,629 milhões e preço médio de US$ 3,38/kg. Um crescimento de 64,6% sobre o volume exportado (9.270 toneladas) e de 196,8% sobre o faturamento (US$ 17,394 milhões), ambos conquistados em 2020.

 

 

Dentre os outros nove principais países importadores do mel brasileiro no primeiro quadrimestre de 2021 estão (volume, faturamento, preço médio): 2º – Alemanha (1.849 toneladas/US$ 6,289 milhões/US$ 3,40/kg), 3º – Canadá (1.006 toneladas/US$ 3,512 milhões/US$ 3,49/kg), 4° – Reino Unido (458 toneladas/US$ 1,573 milhão/US$ 3,43/kg), 5º – Países Baixos (243 toneladas/US$ 831.926/US$ 3,42/kg), 6º – Bélgica (201 toneladas/US$ 685.391/US$ 3,41/kg), 7º – Austrália (112 toneladas/US$ 376.432/US$ 3,36/kg), 8º – Panamá (101 toneladas/US$ 354.233/US$ 3,51/kg), 9º – China (60 toneladas/US$ 247.212/US$ 4,12/kg), e, 10º – Áustria (59 toneladas/US$ 222.657/US$ 3,77/kg).

 

 

POLINIZAÇÃO

A maioria das plantas cultivadas depende da polinização animal para a produção comercial ou dela se beneficiam em termos de qualidade e produtividade, sendo as abelhas os polinizadores efetivos da maioria dos cultivos. No mundo são mais de 20 mil espécies de abelhas, com diferentes cores, tamanhos, comportamentos e ciclos de vida e, no Brasil, já foram descritas mais de 1.500 espécies.

 

 

Fonte: Deral/PR

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