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Estiagem deixa lavouras de milho de primeira safra em situação crítica

Avaliação é do primeiro Boletim Semanal de Conjuntura Agropecuária de 2022; veja a situação de outras culturas

 

O primeiro Boletim Semanal de Conjuntura Agropecuária de 2022 mostra que as lavouras de milho de primeira safra estão em uma situação complicada pela falta de chuvas.

 

O documento é preparado pelos técnicos do Departamento de Economia Rural (Deral), da Secretaria de Estado da Agricultura e do Abastecimento (Seab).

 

A análise sobre o comportamento da cultura do milho de primeira safra que, mostra que de modo geral, está em situação crítica devido à estiagem. As condições climáticas não favoráveis atrapalham igualmente o início do plantio da segunda safra, que está bastante tímido.

 

 

O documento do Deral registra a previsão de colheita de mais de 2,9 milhões de toneladas de mandioca em 131 mil hectares do território paranaense. Isso representa queda de 3% em relação ao que foi colhido no ano passado.

 

SOJA E TRIGO

 

Os produtores de soja do Paraná começaram a colheita da safra 2021/22 nesta semana. Com 2% da área já colhida, as condições gerais de campo mostram piora significativa, o que vai refletir em menor produtividade.

 

O boletim agropecuário aponta que a extensão a ser ocupada pelo trigo ainda é incerta no Estado. Entre as razões está um possível aumento de área do milho safrinha, devido ao preço mais atraente ou antecipação na colheita da soja, cujo espaço pode ser preenchido por esse cereal, em detrimento do trigo.

 

APICULTURA E AVICULTURA

 

De janeiro a novembro de 2021, as agroindústrias da apicultura brasileira exportaram 45.508 toneladas de mel in natura, de acordo com o Agrostat Brasil. O volume é 6,6% maior que o obtido em igual período de 2020. O Paraná está na terceira posição, com 9.456 toneladas de mel enviadas ao Exterior, atrás de Piauí e Santa Catarina.

 

O documento do Deral mostra, ainda, recuo de 1,34% no custo de produção do frango no Paraná em novembro de 2021, com redução de R$ 5,21 o quilo para R$ 5,14. A análise se estende também para as exportações de ovos em 2021, que apresentou crescimento em volume de 81,5% e, em receita, de 80%, e para as perspectivas que se apresentam para esse segmento.

 

Fonte: Seab com edição

 

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