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“Deixamos para trás quase 25 anos de um verdadeiro assalto aos paranaenses”, diz deputado Hussein Bakri sobre o fim do atual pedágio

O deputado, Líder do Governo na Assembleia Legislativa, comentou o término da concessão das rodovias do Anel da Integração

O deputado, Líder do Governo na Assembleia Legislativa, comentou o término da concessão das rodovias do Anel da Integração (Foto: Reprodução/Assessoria)

“Os dias 27 e 28 de novembro de 2021 serão lembrados como um marco na história do Paraná, como o fim de um período que atrasou o desenvolvimento econômico e social do Estado. Deixamos para trás quase 25 anos de um verdadeiro assalto aos paranaenses.” Foi com esse tom que o deputado Hussein Bakri, Líder do Governo na Assembleia Legislativa, comentou o término da concessão das rodovias do Anel da Integração. O encerramento dos contratos com as empresas concessionárias marca o início de um período sem cobrança de pedágios até que a nova licitação seja realizada.

Já o governador Ratinho Junior ressaltou que prorrogar os contratos atuais não seria um ato justo com a população do Paraná e, por isso, o Governo do Estado teve um trabalho árduo de construção de um novo modelo ao longo dos últimos dois anos e meio, elaborado em parceria com o Ministério da Infraestrutura e a sociedade civil. A proposta garante a menor tarifa, sem limite de desconto e com a garantia de obras a partir de um seguro-usuário, e atualmente está em etapa de análise pelo Tribunal de Contas da União.

“Estender o contrato não seria correto com quem sofreu com tantas mentiras, roubos e falta de infraestrutura durante todos esses anos. Faremos novos contratos com transparência, na Bolsa de Valores, com obras exigidas no início da concessão e preço justo. Teremos praças com preços até 65% mais baixos do que os atuais”, ressaltou Ratinho.

A nova concessão de rodovias não apenas propõe preços mais baixos como prevê R$ 44 bilhões de investimentos em obras nos 3.368 quilômetros de estradas estaduais (35%) e federais (65%). Entre as principais intervenções previstas, estão 1.783 quilômetros de duplicação de vias, sendo que 90% do total deverá ser executado até o sétimo ano da concessão.

As duplicações visam ampliar os principais corredores logísticos do Estado, criando vias mais seguras para o escoamento da produção do agronegócio até o Porto de Paranaguá. A elas somam-se ainda 253 quilômetros de faixas adicionais, 104 quilômetros de terceiras faixas e 260 quilômetros de vias marginais.

Esse pacote, o maior já promovido no Brasil, integra um planejamento estratégico do Governo do Estado para aproveitar o posicionamento geográfico do Paraná para transformá-lo em um novo hub logístico da América do Sul.

E, até que a nova licitação seja realizada, o Governo do Estado lançou um plano de operação integrado para assumir a gestão das rodovias. A manutenção das estradas federais retorna ao Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT). Já as rodovias estaduais ficam sob a administração do Departamento de Estradas de Rodagem do Paraná (DER/PR). O Siate e o Samu permanecem no atendimento a vítimas de acidentes, enquanto as polícias rodoviárias Estadual e Federal farão a sinalização e desobstrução das vias.

A atuação do Governo nesse período inclui serviços de guinchos mecânicos, ambulâncias, inspeção de tráfego, atendimentos em casos de acidentes ou paralisação das pistas, canalização de fluxo nas praças de pedágio, entre outros serviços. Eles serão prestados nos 2,5 mil quilômetros de rodovias estaduais e federais que compõem o atual Anel de Integração até o início das novas concessões.

Fonte: Assessoria

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