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Comitiva do Crea-PR, Regional Guarapuava, participa de evento técnico nacional em Goiânia

Integrantes da Associação dos Engenheiros Agrônomos da Região de Irati (AEARI) também participaram da Semana Oficial da Engenharia e da Agronomia (SOEA)

 

Integrar as discussões atuais de mercado, debater a realidade profissional e aprimorar conhecimentos técnicos, pautados na ética e nas necessidades do desenvolvimento nacional. Esse é o principal intuito da participação da comitiva do Crea-PR, Regional de Guarapuava, na Semana Oficial da Engenharia e da Agronomia – SOEA, que ocorreu em Goiânia, entre 04 e 06 de outubro.

 

Representantes da AEARI (Associação dos Engenheiros Agrônomos da Região de Irati) também participarem do evento.

 

“Eventos como essa Semana nos colocam em contato direto com as discussões mais atuais e pertinentes às necessidades do desenvolvimento do país, sob o olhar das Engenharias, Agronomia e Geociências. Por isso, estar aqui é tão importante: porque é um ambiente de intercâmbio de experiências e visões, onde percebemos tudo que é discutido e feito no país e podemos, com nossas vivências regionais, pensar em soluções e melhorias precisas e eficientes”, avaliou o gerente do Crea-PR, Regional Guarapuava, Thyago Giroldo Nalim.

 

Promovida pelo Sistema Confea/Crea, em parceria com a Mútua, o encontro ocorre desde 1940 e, atualmente, é considerado o maior evento nacional da área tecnológica ao debater temas que transitam entre desenvolvimento e infraestrutura brasileira.

 

Integrando a comitiva regional, o engenheiro agrônomo e presidente da AEARI (Associação dos Engenheiros Agrônomos da Região de Irati), Roberto Chueire Vieira, avaliou a participação como promissora para a classe e para o desenvolvimento regional. “Ter a oportunidade de participar do maior evento nacional na área tecnológica realizado pelo sistema CONFEA/CREAs, debatendo e propondo soluções de assuntos de relevância do futuro de nossa nação, ter a oportunidade de levar essas informações para os associados da AEARI que certamente irão contribuir na evolução de toda a região e da categoria é, com certeza, muito valioso”, apontou.

 

 

Neste ano, a SOEA promoveu sua 77ª edição, com o tema Tecnologia, Sustentabilidade e Responsabilidade Social para o Desenvolvimento Nacional. A conselheira regional do Crea-PR, engenheira agrônoma Adriana Baumel, compreende a SOEA como “um evento onde são apresentadas as inovações tecnológicas de todas as engenharias e diversos setores, as quais podem ser aplicadas para o desenvolvimento econômico e social, para a transformação e sustentabilidade do Brasil”, declarou.

 

Completando a comitiva regional do evento também estavam os profissionais de Guarapuava, engenheiro de alimentos Maurício Rigo, conselheiro do Crea-PR pela Unicentro, o agente fiscal Sebastião Celso Ferreira da Silva e a coordenadora adjunta do Colégio de Instituições de Ensino, engenheira agrônoma Andricia Verlindo; de Laranjeiras do Sul, o engenheiro civil, Gerson Luiz Boldrini, conselheiro do Crea-PR pela Aenvapi; de Irati, o coordenador do Colégio Regional de Inspetores, engenheiro florestal, Marshall Watson Herbert; e de União da Vitória, o coordenador do Colégio Regional de Entidade de Classes, engenheiro florestal Clodoaldo Cleverson Goetz, o engenheiro civil e conselheiro do Crea-PR pela Aeavi, Rafael Dilay Malucelli, o engenheiro ambiental e conselheiro do Crea-PR pela Acspea, Felipe Marcel Dalmas Kotwiski, a representante do Comitê Mulheres, engenheira ambiental, Andressa Haiduk, entre outros profissionais da região.

 

 

Além da presença como ouvintes, a comitiva também integrou de forma mais participativa na SOEA, através do geógrafo Jorge Campelo, que ministrou uma palestra no espaço Ilha da Inovação, como representante da Aprogeo (Associação Profissional dos Geógrafos do Estado do Paraná), entidade que tem sede em Guarapuava. Em sua fala, o profissional ponderou sobre a coragem de inovar e o que é importante construir nesse processo.

 

“Destaquei principalmente a inovação colaborativa. Para se fazer inovação é preciso sair da zona de conforto, se expor efetivamente e assumir o preço dessa exposição porque nem sempre tudo dará certo. É importante ter em mente que quem não corre risco, provavelmente, não conseguirá inovar porque a inovação é a arte de resolver problemas e, para isso, é preciso estar preparado também para aceitar falhar e errar. Nesse contexto, a compreensão de que não se faz inovação sozinho, de que ela é, por essência, colaborativa, faz toda diferença. Foi assim que tivemos sucesso com a inovação na AproGeo, a partir da parceria com o Crea”, considerou Jorge.

 

*Assessoria

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