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Colheita do feijão deve alcançar 298,4 mil toneladas

No Paraná, os preços recebidos pelos produtores de feijão estão, em média, a R$ 259,78/sc de 60 kg para cores e R$ 265,93/sc de 60 kg para o preto

O Paraná cultiva duas safras de feijão: a primeira é conhecida como a safra das águas, plantada no período de agosto a dezembro, e a segunda, chamada de safra da seca, é semeada nos meses de janeiro a março.

Em relação à primeira, o atual ciclo está com área estimada em 150,4 mil hectares, redução de 1% comparado à safra anterior. A colheita deve alcançar 298,4 mil toneladas, volume 6% inferior ao registrado no período anterior.
Neste momento, aproximadamente 38% do total plantado já foi colhido. Do feijão que ainda se encontra no solo, 15% estão na fase de floração, 26% em frutificação e 59% em maturação. A safra da seca está com 4% do total de 237,3 mil ha previstos já plantados. É uma extensão 6% maior que na safra 2019/20. A expectativa é de que sejam colhidas 468,7 mil toneladas, o que elevaria em 74% a produção comparativamente ao ciclo anterior.
Na cotação da primeira semana de janeiro de 2021 no Paraná, os preços recebidos pelos produtores de feijão estão, em média, a R$ 259,78/sc de 60 kg para cores e R$ 265,93/sc de 60 kg para o preto. No comparativo das duas últimas semanas ocorreu redução de 5% no preço para o feijão cores e 4% para o preto.
No mercado nacional, a expectativa é de maiores volumes ofertados nos meses de janeiro e fevereiro, com a possibilidade de uma pequena redução nos preços. Mas o clima ainda preocupa os agricultores devido às chuvas que ocorrem no momento da colheita, e podem trazer prejuízos à produtividade e à qualidade dos grãos.
Fonte: Deral/PR

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