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Após anos trabalhando na fruticultura, casal de Irati investe na formação do próprio pomar

Edilene e Esmeraldo atuam em uma propriedade que também trabalha com fruticultura, mas atualmente também cuidam da própria produção, são 1400 pés de ameixa e 600 de pêssego

 

Há pelo menos 12 anos o casal Edilene Maria Neumann Castanho e Esmeraldo Castanho trabalham com a fruticultura, mas a maior parte deste período foi como funcionários de uma propriedade do senhor Eugênio Demczuk, também fruticultor, e que já esteve nas páginas do Boletim AgroRegional. Hoje, além de seguir como colaboradores da propriedade, também são produtores. 

 

De acordo Edilene, no início ela e o marido não entendiam muito sobre as culturas, mas com o passar do tempo foram se aperfeiçoando e aprendendo cada vez mais e participando de cursos e palestras com engenheiros agrônomos especializados no setor. “A gente foi gostando cada vez mais de trabalhar com a fruta, além de ser uma boa fonte de renda para o pequeno produtor”, declarou ao Boletim AgroRegional. 

 

Os dois decidiram investir na fruticultura também e ter o próprio pomar. Além de trabalhar com o seo Eugênio, eles mantêm, na localidade do Pirapó, 1.400 pés de ameixa e 600 pés de pêssego. “No início foi difícil pois íamos somente nos finais de semana. A gente ia trabalhar lá e todo o trabalho era feito manual. Hoje, a gente já tem o micro trator e todos os implementos, o que torna bem mais fácil o trabalho. Como a gente trabalha lá somente nos finais de semana, a gente conta com a ajuda do meu pai, minha mãe e minha irmã que moram lá”, explicou a fruticultora.

 

 

PROCESSO

 

Edilene destaca que o caminho até a formação do pomar é muito trabalhoso. “Depois quando vem a colheita é gratificante ver que valeu a pena todo trabalho e esforço da gente, além de ter a venda garantida. Claro que pra isso precisa produzir frutas de qualidade”, afirmou.

 

Segundo ela, os cuidados com o pomar ocorrem durante o ano todo, com a limpeza, adubação poda, raleio, colheita e comercialização, além dos tratamentos e cuidados antes, durante e após colheita. 

 

 

A venda ocorre tanto no comércio de Irati, como de outras cidades da região e fora dela. “Levamos nossos produtos a outras cidades também, como Palmeira, Ponta Grossa, Guarapuava, Ceasa de Curitiba, Ceasa de Blumenau, entre outros”, contou Edilene. Além disso, todos os anos eles têm participado da Festa do Pêssego, outra grande oportunidade de venda para o pêssego, ameixa e para as compotas, doces e geleias.

 

“Apesar do tempo e o clima não ter colaborado esse ano, teve frio fora de época, às vezes muita chuva, falta de chuva, a produção foi muito boa tanto de pêssego, como de ameixa e a colheita está a todo vapor. Eugênio, nosso patrão, se diz muito satisfeito também com a produção dele que está muito boa. Em março começa a colheita do kiwi  que também tem uma excelente comercialização’, finaliza Edilene.

 

*Redação/Daiara Souza

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