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Agropecuária gerou 26.137 vagas de emprego no 1° trimestre de 2022

O Novo Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Novo Caged) mostra que em fevereiro, o cultivo de alho foi responsável pela maior parte das contratações no setor da agropecuária

 

A economia brasileira gerou, no primeiro trimestre de 2022, 615.173 novas vagas de empregos formais, conforme o Novo Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Novo Caged) do Ministério do Trabalho e Previdência (MTP). Deste total, 26.137 foram geradas pelo setor da agropecuária.

 

O resultado geral do Brasil é menor que o levantado no mesmo período do ano passado, quando foram criados 805.161 novos postos de trabalho.

 

Em março, o saldo de vagas no país foi de 136.189 vagas, 11,2% menor do que o resultado do mesmo mês no ano anterior. O saldo líquido decorre de 1.953.071 contratações e 1.816.822 demissões no mês. A agropecuária perdeu 15.995 vagas, com o resultado sendo justificado pela sazonalidade do emprego no setor.

 

Conforme o Caged, no primeiro trimestre do ano passado, o setor agropecuário teve bom desempenho no PIB brasileiro, tornando possível novos e maiores investimentos no ano. Esse fator auxiliou os bons resultados na geração de empregos no ano, mesmo com a sazonalidade desfavorável.

 

As atividades agropecuárias que mais contribuíram com a criação de novas vagas de trabalho em fevereiro foram:

• Cultivo de Alho: 2.344;

•Produção de Sementes Certificadas, Exceto de Forrageiras para Pasto: 1.297;

•Horticultura, Exceto Morango: 954;

• Serviço de Preparação de Terreno, Cultivo e Colheita: 838;

• Atividades de Apoio à Produção Florestal: 555.

 

 

***Com informações do Caged

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