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Empresas garantem compra do tabaco estimado com cada produtor

A comissão representativa dos produtores de tabaco reuniu-se no dia 21 e 22 de junho, com 10 empresas fumageiras

Foto: Afubra

 

A comissão representativa dos produtores de tabaco, formada pela Associação dos Fumicultores do Brasil (Afubra) e pelas Federações da Agricultura (Farsul, Faesc e Faep) e dos Trabalhadores Rurais (Fetag, Fetaesc e Fetaep) do Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Paraná, reuniu-se no dia 21 e 22 de junho, com 10 empresas fumageiras. O objetivo, obter esclarecimentos e soluções sobre o atual momento de comercialização que os produtores vem enfrentando.

 

Sobre a pauta:

 

– Comercialização: as empresas se comprometeram a comprar toda a produção estimada com seu produtor integrado; as empresas que haviam anunciado o encerramento da compra, postergaram as datas;

 

– Preço: segundo as empresas, os preços que serão praticados ficarão dentro da tabela de cada empresa.

 

“Não são as notícias que gostaríamos de passar aos fumicultores, mas, nos mostra que, cada vez mais, o produtor precisa adequar a oferta à demanda”, diz a diretoria da Afubra.

 

SINDITABACO

 

No segundo dia das reuniões a comissão manteve reunião com o presidente do Sindicato Interestadual da Indústria do Tabaco (SindiTabaco), Iro Schünke. Ao justificar que o SindiTabaco não participa de negociação de preço e comercialização do tabaco, o dirigente disse que sente que o sistema integrado está fragilizado, porém, afirmou que a solução está dos dois lados: fumicultor e empresa. “O que se precisa é, tanto a empresa como o produtor, buscar soluções para melhorar o sistema integrado”.

 

Para a Afubra, a solução está na governança do sistema integrado e que o SindiTabaco precisa fazer uma gestão sobre essa questão, junto com suas empresas associadas. “Que as empresas prezem pela manutenção do sistema integrado organizado”. A entidade ainda solicitou ao SindiTabaco o apoio para que as empresas comprem todo o tabaco remanescente e sobre a dispensa de multas, para garantir a sustentabilidade do setor.

 

Texto: Jorn. Luciana Jost Radtke/Afubra

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